"Sempre gostei de escrever. Tenho mais espaço no papel do que na produção dos sons que se perdem no ar. A boca parece estar na ponta dos dedos e com o contorno mágico das letras inspiro e respiro.
Dizem até que tenho a língua solta, mas soltas são as minhas letras que se agigantam e vão se avolumando e tecem infinitos períodos, orações intensas, frases nominais."
Elisa Cunha
Dizem até que tenho a língua solta, mas soltas são as minhas letras que se agigantam e vão se avolumando e tecem infinitos períodos, orações intensas, frases nominais."
Elisa Cunha

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